Saiu no Wall Street Journal: “O Mistério da Música“, um artigo do crítico de teatro Terry Teachout, que não questiona o que a ciência sabe ou busca para explicar as razões de darmos um significado para a música, mas sim a questão filosófica por trás das emoções que sentimos e que não conseguimos denominar. Diz ele: ” A maioria de nós, por outro lado, vive em um prosaico mundo de senso comum, onde tudo tem um nome e a maioria das coisas têm explicação. É por isso que é tão revigorante estar dentro da presença da boa arte, e porque as maiores obras de arte contêm sempre um elemento de ambiguidade.” Boa. (A il~ustração acima acompanha o texto).
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O Mistério da Música
Saiu no Wall Street Journal: “O Mistério da Música“, um artigo do crítico de teatro Terry Teachout, que não questiona o que a ciência sabe ou busca para explicar as razões de darmos um significado para a música, mas sim a questão filosófica por trás das emoções que sentimos e que não conseguimos denominar. Diz ele: ” A maioria de nós, por outro lado, vive em um prosaico mundo de senso comum, onde tudo tem um nome e a maioria das coisas têm explicação. É por isso que é tão revigorante estar dentro da presença da boa arte, e porque as maiores obras de arte contêm sempre um elemento de ambiguidade.” Boa. (A il~ustração acima acompanha o texto).
domingo, 4 de outubro de 2009
Como o Google Wave pode transformar o jornalismo

Matéria interessante publicada pelo Los Angeles Times: “como o Google Wave pode transformar o jornalismo”. O autor menciona coisas como edição em tempo real de matérias e atualizações mais inteligentes dos textos publicados (além de maior transparência na escrita de um texto jornalístico).
domingo, 27 de setembro de 2009
Para onde os viajantes gostam de viajar
Musiquinha que faz a gente ficar pensando...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
CINCO MESES COM O BOLOTA

Gente....
Quando ele chegou eu ficava olhando, olhando... cada partinha do meu brinquedinho novo.
Tinha um medo danado até de tirar da garagem e acreditava seguramente que o portão não era meu aliado nisso, ele insistia em ficar em meu caminho.
Quando ele chegou eu ficava olhando, olhando... cada partinha do meu brinquedinho novo.
Tinha um medo danado até de tirar da garagem e acreditava seguramente que o portão não era meu aliado nisso, ele insistia em ficar em meu caminho.
Fui virando carona da minha tia, fizemos um trato, ela me dava carona e eu emprestava o Bolota.
Mas sei lá... faltava alguma coisa, rsss*
Passei a sair aos domingos, tipo voltinhas pelo bairro, sempre com alguém a tiracolo.
Até que um dia, minha líder do projeto em que trabalho, me perguntou se o problema era coragem...
- Não... é que eu vou vir trabalhar com ele, estamos nos conhecendo, respondi.
No outro dia, eu tomei a maior coragem que eu já tive na vida, e olha que me considero uma mocinha corajosa!
Pedi para a coitada da minha mãe vir me acompanhar e pronto... Lá vai eu sair de casa as 6h da manhã, cheguei no serviço 06:25h, considerando que eu entro as 9h... fiquei alguns minutinhos esperando o horário.
Dai para vir todos os dias, foi um pulinho, sempre com alguma companhia, só que eu fui percebendo que isso me deixava insegura, sempre perguntava se estava correto, e o pior que eu já sabia, mas a dúvida me matava.
Cá estou, quase 4 meses vindo trabalhar todos os dias, viajando, paquerando, ouvindo música alta (isso eu tb não fazia), fazendo sinaizinhos com o farol, ai que jeitinho mais bonitinho dos motoristas
se comunicarem, hehehehe*
Falando mal de quem anda devagar, um luxo!!
Gente eu nasci prá isso, tinha o dom, mas não sabia!!!
Dá uma sensação de liberdade incrível você ir pra onde quiser e quando quiser, sem ter que fazer carinha de dó para alguém te levar.
Descobri que carro preto é lindo, PORÉM suja demais, lavo o Bolota de manhã e a noite já tá uma coisa.
Domingos de manhã viraram uma pequena tradição, dar banho no Bolota, ligar o som bem alto e começar a sessão de tratamentos, rssss*
Mas sei lá... faltava alguma coisa, rsss*
Passei a sair aos domingos, tipo voltinhas pelo bairro, sempre com alguém a tiracolo.
Até que um dia, minha líder do projeto em que trabalho, me perguntou se o problema era coragem...
- Não... é que eu vou vir trabalhar com ele, estamos nos conhecendo, respondi.
No outro dia, eu tomei a maior coragem que eu já tive na vida, e olha que me considero uma mocinha corajosa!
Pedi para a coitada da minha mãe vir me acompanhar e pronto... Lá vai eu sair de casa as 6h da manhã, cheguei no serviço 06:25h, considerando que eu entro as 9h... fiquei alguns minutinhos esperando o horário.
Dai para vir todos os dias, foi um pulinho, sempre com alguma companhia, só que eu fui percebendo que isso me deixava insegura, sempre perguntava se estava correto, e o pior que eu já sabia, mas a dúvida me matava.
Cá estou, quase 4 meses vindo trabalhar todos os dias, viajando, paquerando, ouvindo música alta (isso eu tb não fazia), fazendo sinaizinhos com o farol, ai que jeitinho mais bonitinho dos motoristas
se comunicarem, hehehehe* Falando mal de quem anda devagar, um luxo!!
Gente eu nasci prá isso, tinha o dom, mas não sabia!!!
Dá uma sensação de liberdade incrível você ir pra onde quiser e quando quiser, sem ter que fazer carinha de dó para alguém te levar.
Descobri que carro preto é lindo, PORÉM suja demais, lavo o Bolota de manhã e a noite já tá uma coisa.
Domingos de manhã viraram uma pequena tradição, dar banho no Bolota, ligar o som bem alto e começar a sessão de tratamentos, rssss*
Confesso que esse trânsito ainda me mata, virar motorista oficial da família é um saquinho.... mas fazer "rampinha" numa boa, rsrsrrsrs* trocar marcha sem precisar olhar o câmbio, fazer ultrapassagens, ganhar presentinhos do motorista do carro ao lado.... Não tem preço!
Atenção mulheres que não tem coragem.....
aproveitem, dirigir é bom demais!!
domingo, 13 de setembro de 2009
Não ser Mais ou Menos
Rir demoradamente...Cantar uma música que te faça bem, sentir o som entrar em seu corpo.
Andar pela rua observando tudo em sua volta, não apenas desviando das pessoas.
Dirigir sorrindo, já fez isso?
Não buzinar prá ninguém, não estragar seu dia, só porque à sua frente, um carro anda devagar...

Começar o dia com um bom dia estampado no rosto.
E na parte mais chata do dia, tentar não descontar em ninguém.
Entender que as pessoas são passíveis de erro e que você não pode julgá-las, não cabe a você fazer isso.
Sentar ao lado de um amigo e ficar calado durante um longo tempo, pra entender que as palavras as vezes são desnecessárias.
Ter sempre um sorriso para distribuir ao menor sinal de necessidade.
Ficar apaixonado por um projeto, por uma viagem, por um jeito de olhar.
Fazer algo realmente com vontade que dê certo...
Beijar com vontade.
Acreditar que só se vive uma vez e que vale a pena aproveitar cada momento, cada piada, cada palavra...
Ser espontâneo, mas perspicaz a ponto de não magoar.
Porque será que é quase impossível as pessoas serem assim?
Mais fácil ser Mais ou Menos.
Gostar mais ou menos disso.
Fazer algo realmente com vontade que dê certo...
Beijar com vontade.Acreditar que só se vive uma vez e que vale a pena aproveitar cada momento, cada piada, cada palavra...
Ser espontâneo, mas perspicaz a ponto de não magoar.
Porque será que é quase impossível as pessoas serem assim?
Mais fácil ser Mais ou Menos.
Gostar mais ou menos disso.
Fazer mais ou menos aquilo.
Ficar bravo a toa.
Prefirir rir de alguém do que rir com alguém...
Ficar bravo a toa.
Prefirir rir de alguém do que rir com alguém...
Que possamos ser mais nós mesmos, lembrar do que amamos, gostamos e nos apaixonamos.
Que possamos fazer mais loucuras, que nos preocupemos menos
Mas que vivamos intensamente o dia de hoje, pois ele é único, não vai existir outro dia igual,
Que nossa inocência de criança jamais nos abandone por completo para que nosso lado chato não tome as rédeas de nossa vida.
domingo, 16 de agosto de 2009
My Way
And now the end is near
So I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain
I've lived a life that's full
I've travelled each and every highway
And more, much more than this
I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exception
I planned each charted course
Each careful step along the byway
Oh, and more, much more than this
I did it my way
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall
And did it my way
I've loved, I've laughed and cried
I've had my fails, my share of losing
And now as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way
Oh, no, no not me
I did it my way
For what is a man, what has he got
If not himself, then he has not
To say the things he truly feels
And not the words he would reveal
The record shows I took the blows
And did it my way
So I face the final curtain
My friend, I'll say it clear
I'll state my case of which I'm certain
I've lived a life that's full
I've travelled each and every highway
And more, much more than this
I did it my way
Regrets, I've had a few
But then again, too few to mention
I did what I had to do
And saw it through without exception
I planned each charted course
Each careful step along the byway
Oh, and more, much more than this
I did it my way
Yes, there were times, I'm sure you knew
When I bit off more than I could chew
But through it all when there was doubt
I ate it up and spit it out
I faced it all and I stood tall
And did it my way
I've loved, I've laughed and cried
I've had my fails, my share of losing
And now as tears subside
I find it all so amusing
To think I did all that
And may I say, not in a shy way
Oh, no, no not me
I did it my way
For what is a man, what has he got
If not himself, then he has not
To say the things he truly feels
And not the words he would reveal
The record shows I took the blows
And did it my way
(Robbie Williams)
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Amor

A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc.
O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Curiosidades sobre o Hubble

Quem gosta de ciência e astronomia pode se interessar por este post que achei no blog da Discover: “10 coisas que você não sabe sobre o telescópio Hubble” (em inglês). Não sabia que ele já tinha “observado” o Sol, por exemplo.
sábado, 27 de junho de 2009
“Ó, ‘dude’, vou mentir muito pior pra você daqui a uns 10 anos”
Ótimo post do blog Filthy McNasty que pode ser útil para pais:“Meu amigo K. foi apanhado pela mulher em flagrante delito de assustar o filho do casal, que tem quatro anos, com história ameaçadora de monstro (à maneira das onipresentes histórias sobre o Homem do Saco que, er, traumatizaram minha infância). A pedagogia mudérna, claro, desaprova terrorismo comportamental pra cima dos fedelhos, e todo mundo parece concordar com a ideia de isolar as crianças contra aquilo que a ciência designa ‘o estado apavorante da matéria’. Tá. Todo mundo está provavelmente certo, mas eu acato o argumento central da defesa: as crianças precisam ter medo de alguma coisa, caceta.
Eu lembro bem da minha infância, ao contrário de muitos adultos. Medos irracionais eram parte dela, mesmo que eu não fosse o tipo de menino a quem a ameaça do Homem do Saco ou do Bicho-Papão causasse pesadelo (o modo bravata sempre foi dominante, na minha psicologia, e quando alguém falava em Bicho Papão eu logo imaginava dar umas cadeiradas na criatura e devolvê-la às trevas com o rabo entre as pernas). E ainda que despertar medos irracionais para usá-los como ferramenta de controle de chiliques da petizada seja escrotinho, medo é necessário. E talvez medo despertado assim, er, em laboratório, ajude as crianças a se acostumar com a sensação e, exatamente porque as ameaças proferidas jamais se concretizam, a desenvolver autocontrole.
Além disso, mais uma vez porque eu me lembro bem do que sentia na infância, descobrir que esses medos todos são patranhas me parece parte essencial da evolução da personalidade. Descobrir que o Bicho Papão não existe resulta em um sentimento de superioridade secreta diante da tirania dos adultos, e duvidar dessas coisas é passo importante no caminho que conduz a duvidar de outras patacoadas que os adultos virão a proferir sobre sexo, drogas, envenenamento por tatuagem e a necessidade incontornável de um deproma em Direito, medicina ou engenharia. Porque os pais, pelo menos os pais da minha geração, sabem –ou deveriam saber- que todas essas ladainhas são bem menos verdadeiras do que as obrigações da paternidade impõem sustentar, história de Bicho Papão talvez seja a maneira mais amorosa de fazer com que um filho saiba que, ‘ó, dude, vou mentir muito pior pra você daqui a uns 10 anos’. Useful to get that learnt.”
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